Mercado do futebol feminino dispara na janela de meio de ano de 2026, com gastos acima de US$ 28 milhões e vendas notáveis.

O mercado internacional de transferências no futebol feminino atingiu novas marcas históricas. Um levantamento da Fifa aponta 1.406 transferências internacionais de jogadoras profissionais registradas durante a janela de meio de ano de 2026, entre 1º de junho e 2 de setembro.

Esse volume representa um crescimento notável de 19,2% em relação ao recorde anterior, sendo o maior já documentado para uma janela de meio de ano. Os clubes não só movimentaram mais jogadoras, mas também intensificaram seus investimentos financeiros.

Os gastos com taxas de transferência atingiram US$ 28,6 milhões, valor que mais que dobrou em comparação com a mesma janela de 2025. Essa expansão reforça o crescente investimento de clubes e ligas no futebol feminino, conforme informação divulgada por Veja Esporte.

Números Impressionantes do Mercado Global de Transferências

Os dados divulgados pela Fifa destacam a efervescência do mercado de transferências. Além do recorde no número de movimentações, o aumento expressivo nos valores gastos evidencia a profissionalização e o maior reconhecimento do talento feminino no esporte mundial.

Este crescimento não se restringe a uma única região, mas reflete uma tendência global de valorização e investimento no esporte, com ligas e clubes buscando fortalecer seus elencos e elevar o nível competitivo. A entidade disponibiliza os dados completos em sua plataforma interativa de transferências.

Os Países que Mais Investem e Recebem no Futebol Feminino

A Inglaterra liderou os gastos em transferências no futebol feminino, investindo US$ 8 milhões. Em seguida, aparecem Espanha (US$ 6,6 milhões), Alemanha (US$ 4,9 milhões), Estados Unidos (US$ 2,9 milhões) e Itália (US$ 2,1 milhões), demonstrando o engajamento dessas nações.

No quesito recebimento de taxas, a Suécia foi o país que mais lucrou, com US$ 4,2 milhões. Completam o grupo dos cinco primeiros: Inglaterra (US$ 4 milhões), França e Alemanha (ambas com US$ 3,6 milhões) e Holanda (US$ 2,9 milhões), ressaltando a capacidade de exportação de talentos desses mercados.

Kerolin e o Destaque Brasileiro nas Transferências Internacionais

Entre as jogadoras brasileiras, a venda de Kerolin foi um dos grandes destaques. A atleta foi transferida do Manchester City para o Barcelona por 1,5 milhão de euros, o que equivale a aproximadamente US$ 1,74 milhão, marcando uma das movimentações mais valiosas da janela.

Quanto ao volume de transferências de entrada, Inglaterra, Alemanha, Espanha, Itália e França foram as associações com mais contratações. Já nas saídas, a Inglaterra novamente figurou na liderança, seguida por Estados Unidos, Itália, Alemanha e Espanha, evidenciando uma alta rotatividade de atletas.

Perguntas Frequentes

Qual o novo recorde de transferências no futebol feminino?

O futebol feminino registrou um recorde de 1.406 transferências internacionais durante a janela de meio de ano de 2026, entre 1º de junho e 2 de setembro, representando um crescimento de 19,2% em relação ao recorde anterior.

Quanto foi gasto em transferências no futebol feminino nesta janela?

Os clubes gastaram um total de US$ 28,6 milhões em taxas de transferência, um valor que mais que dobrou em comparação com a mesma janela de 2025, indicando um aumento significativo no investimento global.

Quais países mais investiram em jogadoras de futebol feminino?

A Inglaterra liderou os gastos com US$ 8 milhões. Em seguida, vêm Espanha (US$ 6,6 milhões), Alemanha (US$ 4,9 milhões), Estados Unidos (US$ 2,9 milhões) e Itália (US$ 2,1 milhões) como os maiores investidores.

Qual jogadora brasileira foi destaque nas transferências recentes?

A meio-campista Kerolin foi destaque, sendo vendida do Manchester City para o Barcelona por 1,5 milhão de euros, equivalente a cerca de US$ 1,74 milhão, uma das transferências mais valiosas da janela atual.