A cidade de São Paulo foi confirmada novamente como o palco do Campeonato Mundial de Clubes de vôlei feminino. A decisão, oficializada pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB), marca o segundo ano consecutivo em que a capital paulista recebe o evento de elite da modalidade, consolidando o Brasil como um ponto central no calendário internacional do esporte.
Estrutura e logística do torneio em São Paulo
O torneio está programado para ocorrer entre os dias 8 e 13 de dezembro de 2026. As partidas serão realizadas no Ginásio Wlamir Marques, localizado no bairro do Tatuapé, na zona leste da capital. A organização do evento já definiu que a comercialização dos ingressos terá início neste sábado (8), por meio da plataforma Ticketmaster.
Histórico da competição na capital paulista
Esta edição representa a quarta vez que São Paulo sedia o Mundial de Clubes. O histórico da cidade com a competição remonta à sua fundação, tendo abrigado a edição inaugural em 1991 e a quarta edição, em 1994. Naquele ano, o extinto Leite Moça Sorocaba conquistou o título, tornando-se a primeira equipe brasileira a alcançar o topo do pódio mundial.
Representantes brasileiros e formato de disputa
O Brasil contará com dois representantes confirmados na disputa: o Osasco São Cristóvão Saúde, que atua como anfitrião, e o Sesi Bauru, detentor do título sul-americano. O técnico do Osasco, Luizomar de Moura, destacou que atuar diante da torcida local serve como uma motivação adicional para o elenco buscar um lugar no pódio.
A competição reunirá um total de oito clubes, que serão divididos em dois grupos com quatro equipes cada. O formato prevê que os dois melhores times de cada chave avancem para as semifinais. Os seis clubes internacionais restantes, que completarão o quadro de participantes, serão anunciados oficialmente pela FIVB nos próximos meses.
Legado e expectativas após a edição de 2025
No ano anterior, o evento foi realizado na Mercado Livre Arena Pacaembu. A final de 2025 foi marcada por um confronto entre equipes italianas, com o Scandicci superando o Conegliano por 3 sets a 1. Na disputa pelo terceiro lugar, o Osasco garantiu a medalha de bronze ao vencer o Dentil Praia Clube por 3 a 0, mantendo a tradição de competitividade das equipes brasileiras no cenário global.

